This is default featured post 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Mostrando postagens com marcador Críticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Críticas. Mostrar todas as postagens

03 dezembro 2010

Agora é a vez dos anjos

anjo azul

 

Há algum tempo enviei para alguma editoras cristãs reclamando do pouco investimento voltado à literatura ficcional por parte delas. Hoje li no blog "Livros só mudam pessoas" uma matéria que saiu na Veja.com, sobre a mania sobrenatural do momento: histórias sobre anjos.

 

Leia a materia aqui.

 

No corpo da mensagem que enviei para essas editoras, relatei que um dos motivos de minha indignação pela falta de incentivo à literatura cristã é exatamente o grande investimento que as editoras seculares aplicam nessas histórias (perigosas, diga-se de passagem) e, de uma forma ou de outra, elas estão espalhando uma visão deturpada do mundo sobrenatural, enquanto os filhos de Deus estão dormindo a esse respeito, em se tratando de literatura fictícia.

 

A reportagem é interessante e merece ser lida, para se ter uma idéia das tiragens e o quanto cada um dos livros venderam, segundo as editoras.

20 setembro 2010

OPINIÃO: Para salvar uma vida (To save a life)

Já tinha assistido o começo desse filme e pensei uma trama totalmente diferente do que assisti ontem, mas não me decepcionei. Creio que é o melhor filme cristão que assisti esse ano ao lado de "A filha do pastor".
 
SINOPSE: "Para salvar uma vida conta a história de Jake Talor, que tem tudo: amigos, fama, uma bolsa de estudos para jogar basquete e a garota mais bonita da escola, e de Roger Dawson que não tem nada. Nem amigos ou esperança. Nada além de humilhações e rejeições. As coisas não poderiam piorar, poderiam? Talor e Roger eram melhores amigos quando crianças. Mas a política da adolescência logo os separou. Roger não mais se encaixa no grupo de Jake – ou em qualquer outro grupo – e já estava ficando cansado disso. Ele leva para a escola uma arma em sua mochila e uma dor no seu coração e toma uma decisão trágica. O último esforço de Jake não pode contêm Roger e a tragédia imprevista abala o mundo de Jake. Algo deixa Jake perdido por dentro e traz questionamento para todas as coisas na sua vida. Mais do que tudo, Jake não consegue tirar uma pergunta de sua cabeça, Será que eu poderia ter salvo Roger? Em busca de respostas, Jake se vê procurando pelo próximo Roger, e se depara com a realidade dos excluídos e solitários, mas logo percebe que cruzar essa linha social ameaçaria todo o seu mundinho. E isso poderia lhe custar seus amigos, sua namorada seus sonhos e até sua reputação. Será que valeria a pena pagar este preço para encontrar a resposta para o principal questionamento: O que eu quero da minha vida?"
 
Esse filme mexeu comigo também à medida que Jake percebia que tantas pessoas são tratadas apenas pelo que pode oferecer ou pelo que aparenta ser. Fiquei bastante pensativo ao ver a hora em que Jake entra numa disputa de colégio onde tinha que acertar, como num jogo de ping-pong, a bolinha numa fila de copos de um outro rapaz. Como ele era bom de pontaria, viulogo o rapaz beber muita cerveja e começar a ficar bêbado. Tocou-se então que o que fazia não era diversão; era destruição humana. Podemos ver que muitas pessoas, sem ao menos perceber destroem a si mesmas e/ou a outros com brincadeiras, bebedeiras, orgias e até mesmo atos ou palavras desagradáveis.
 
Recomendo o filme para todos aqueles que vêem uma pessoa pedir socorro, mesmo esta não dizendo uma única palavra, e não faz nada para ajudar.
 
Nota: 9,0

14 setembro 2010

OPINIÃO - Nephilim, de Caio Fábio

 
Estou lendo (ou tentando ler) esse livro e ele não está me empolgando nem um pouquinho. Parece até um livro espírita! O personagem, Abellardo, de vez em quando, por algum acidente ou estado de inconsciência, se vê em outra dimensão conversando com nada mais nada menos do que Enoque.
 
Parece muita filosofia e achismos sobre os gigantes (filhos de anjos com mulheres?) que habitavam a terra. Estou em 20% do livro (lendo no celular) e sinceramente estou quase largando-o. Está sendo muito monótono e sem nenhuma perspectiva de alguma ação acontecer.
 
Alguém aí já leu esse livro? Tem algo a acrescentar?
 
Se você quiser, poderá encontrar esse livro aqui no blog para download.

06 setembro 2010

OPINIÃO: Filme "A Chamada".

Assisti, nesse fim de semana, ao filme "A Chamada". Trata-se da curt�ssima hist�ria de uma homem que perde sua mulher em um acidente de carro e dois dias depois recebe um homem em seu escrit�rio que diz ter um telefone que � capaz de ligar para qualquer telefone no passado, exatamente dois dias antes.
 
A quest�o apresentada no filme � se voc� soubesse que uma pessoa iria morrer dentro de dois dias o que voc� faria para falar de Jesus para ela? Voc� ainda se calaria?
 
A mensagem � muito boa, mas o filme, na minha opini�o, � um pouco subliminar. Subliminar? Sim, pois algumas mensagens s� descobre quem l� nas entrelinhas, como por exemplo a suposta morte do personagem, significando a morte para o mundo, entre outras. O filme n�o � ruim, mas por ser muito curto, Assim como o filme "A Diretoria" - pouco mais de 30 mim. -, acaba deixando um vazio e um sentimento que pod�amos ver mais coisas ali.
 
Nota 7,0
 
Algu�m discorda? Deixe seu coment�rio!

27 julho 2010

Opinião: Mel Gibson em queda livre

Abril de 2004. Lançamento do polêmico filme "A Paixão de Cristo". Depois de causar muito burburinho e gerar acusações de anti-semitismo, o filme se torna um enorme sucesso de bilheteria. O público evangélico atende às exibições em massa e muitas igrejas passam a usar o filme como ferramenta evangelística.

O diretor e produtor Mel Gibson, nunca gozou de tanta aceitação e admiração no mundo inteiro. Gibson um católico fervoroso e radical, casado por mais de duas décadas com a mesma mulher e pai de sete filhos, conquistou a aprovação de toda a comunidade evangélica mundial e chegou a ser visto como "profeta" por alguns mais entusiasmados. O filme "A Paixão de Cristo" torna-se um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema, gerando lucros astronômicos para Mel Gibson, que investiu dinheiro do próprio bolso na produção.

Não faz assim tanto tempo, Mel Gibson era figurinha carimbada nas conversas de pizzaria depois dos cultos noturnos. Em 2004 a primeira pergunta que se fazia ao encontrar um irmão de fé era "você já viu o filme? " Recusar-se a assistir "A Paixão de Cristo" ou atrever-se a criticá-lo era quase que considerado uma heresia. E falar mal de Mel Gibson também. De repente ele virou santo e mesmo a sua ligação com a fé católica passava despercebida. Lembro-me bem que quanto eu falei que o filme não era uma obra evangelística, fui também criticado e até chamado de herege. Quando lembrei o histórico de bebedeiras e farras de Mel Gibson, parecia que eu estava falando mal de um bispo de alguma igreja evangélica.

E o curioso, é que no final das contas, eu até gostei bastante de "A Paixão de Cristo" e sempre fui admirador de Mel Gibson. Achei o citado filme, uma obra bem interessante e ousada, talvez ultra-realista e de visão estreita, mas tecnicamente muito bem realizado. Só não concordei com toda a sacralização que fizeram com a película. Estava claro para mim que Gibson queria apenas realizar uma obra cinematográfica. Além disso, achei que foi dada excessiva importância ao sofrimento físico de Jesus, quando seu verdadeiro martírio se deu na dimensão espiritual, quando Ele levou sobre si todos os nossos pecados.

Em 2006, depois de 26 anos de casamento, Gibson se separou de sua esposa. Ainda em 2006, Gibson, foi preso por dirigir embriagado. E como se não bastasse, ainda fez comentários anti-semitas para os policiais que o prendiam. Muito inteligente da parte dele… Desde então o ator/diretor/produtor tem frequentado os noticiários policiais e sites de fofoca quase que diariamente. Gibson, depois da separação, virou um mulherengo compulsivo e até teve um caso com uma atriz pornô recentemente.

Agora em 2010, ele chegou ao fundo do poço. Foram divulgadas gravações de ataques de fúria de Mel Gibson contra sua então namorada, a cantora russa Oksana Grigorieva, com quem inclusive ele tem uma filha. As gravações são de arrepiar; tem-se a impressão de que a pessoa ao telefone é um maníaco descontrolado, capaz de qualquer coisa. Gibson trata Grigorieva como se ela fosse lixo e sem a menor consideração. Nem é necessário dizer que as fitas foram executadas nos telejornais das principais redes mundiais, pintando uma imagem de Gibson bastante diferente daquela de 2004. Grigorieva agora está acusando Mel Gibson de violência doméstica e até divulgou uma foto onde aparece com hematomas e alguns dentes quebrados, ferimentos supostamente causados por Gibson.

Acho que vários capítulos ainda vão se desenrolar nessa trama e ninguém sabe como isso tudo vai terminar, mas de fato mesmo, só o prejuízo para a reputação de Mel Gibson, que já não era assim tão boa. E agora apareceram rumores de que o antes multimilionário ator está enfrentado sérios problemas financeiros.

Mel Gibson deveria se lembrar de 2004 quando passou a maior parte de seu tempo pesquisando e pensando sobre Jesus Cristo. Só que agora, e mais do que nunca, ele precisa de um envolvimento direto e pessoal, não apenas no âmbito artístico. Só assim Mel Gibson poderá reverter essa fase de queda livre em que se encontra.

Um abraço,

Leon Neto



Fonte: FOLHA GOSPEL - http://www.folhagospel.com/

23 abril 2010

Ficção Cristã - Por Michael Horton

Como observarmos as tentativas de alguns escritores de produzir "ficção cristã"?

O exemplo mais óbvio dessa tentativa está na ficção popularíssima de guerra espiritual. A ficção, como muita ficção "cristã", é unidimensional, com falta de originalidade ou desenvolvimento das personagens. É óbvio que a trama espiritual é mais importante do que a própria história. A não ser por uma visão muito particular do cosmos (luz versus trevas, anjos bons versus anjos maus, com os crentes determinando os resultados) os livros não poderiam permanecer em pé como histórias.

O público cristão tem exigido ficção "cristã", evidentemente a ficção isenta de linguagem forte e cenas mais ousadas, enchendo-a de exemplos saudáveis e exortações sábias. O que os crentes na verdade têm recebido, pelo menos pelo que tenho visto superficialmente da ficção "cristã" que existe por aí, não é nem boa teologia e nem boa literatura. É o que acontece, contudo, quando confundimos criação com redenção: a expressão artística não pode ficar em pé sozinha.; tem que ser justificada por uma "moral da história" cristã, como as fábulas de Esopo. Tem que comunicar uma verdade religiosa e oferecer exortação moral e espiritual — o que a torna singularmente "cristã", mas também é isso que faz dela má teologia e má literatura. Torna o cristianismo em moralismo e não no anúncio da redenção; vira a literatura num sermão ao invés de uma história.

No caso de muita ficção de guerra espiritual, a teologia é claramente sub-bíblica, pois sua cosmologia (visão do universo) tem mais a ver com o dualismo neoplatônico (gnóstico) que mencionamos anteriormente do que com o Deus soberano da história que, em vez de deixar o resultado da história para criaturas pecadoras (inclusive os cristãos), "segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e nos moradores da terra. Não há quem possa lhe deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?" (Daniel 4:35).

Pode-se observar como alguns cristãos têm tratado C.S.Lewis e suas histórias das aventuras de Nárnia. Em diversas ocasiões já li ou ouvi críticas de que a obra de Lewis é de "nova era" e beira ao ocultismo, A versão de filme de "O leão, a feiticeira e o guarda-roupa", me disseram certa vez, leva as crianças à práticas ocultistas. De modo semelhante, relatam que quando o filme "a bela e a fera" foi mostrado num campus de faculdade cristã, algumas pessoas ficaram furiosas porque o filme, disseram elas, promovia o bestialismo.

Concordo que esses exemplos sejam extremistas, mas maioria de nós já encontrou (ou talvez participou) dessa espécie de confusão de gêneros literários. Talvez tenhamos que se cristãos escreverem mitos, especialmente para crianças, as crianças confundirão os mitos com as histórias bíblicas. Mas grandes escritores de ficção, como Lewis, sabem que há grande força nos arquétipos. Um arquétipo representa algo ou alguém — na maioria dos casos é um protótipo. Por exemplo, Adão, ainda que pessoa real na história da humanidade, era um arquétipo de Cristo. Nas aventuras de Nárnia, Aslan é um arquétipo de Cristo. Os leitores podem ter uma impressão mais forte do caráter de Deus e seus caminhos com os humanos pela leitura dessa ficção, que nunca menciona a Deus, a igreja ou qualquer outra coisa explicitamente cristã por nome. Como nas parábolas de Jesus, a ficção não precisa ser explicitamente cristã. Note como cada uma das parábolas de nosso Senhor pode ficar de pé por si mesma como história, e só são vistas como explicitamente cristãs quando ele as explica em termos de não-ficção.

Estou, portanto, dizendo que é aceitável um cristão escrever ficção que não seja explicitamente cristã, desde que suas figuras transmitam verdades cristãs ? Na verdade, embora a boa ficção cristã se conforme com o exemplo de C.S.Lewis, os crentes podem ir além disso sem medo de violarem suas consciências. Podem escrever contos de fadas que nem deixam subentendido coisa alguma especificamente religiosa ou cristã. Podem criar poesia sem puxar por referências a Deus ou às realidades cristãs, porque toda a realidade foi criada por Deus e é sustentada por Deus, quer nós o mencionemos ou não, e quer os leitores creiam ou não nele.

Alguém pode concluir que eu esteja sugerindo que não deve existir nada como arte ou literatura explicitamente cristã, mas isso seria um grande mal-entendido. Escritos teológicos, direção religiosa e oral, todos têm seu lugar como gêneros distintos, mas é sempre perigoso, tanto para a seriedade quanto para o divertimento, quando eles se confundem. Há um lugar óbvio para temas explicitamente cristãos nas artes, sejam elas direcionadas a auditórios gerais ou especificamente cristãs. A Crucificação de Rembrandt pode ser exposta no museu de arte de Chicago ou numa sala da igreja: a arte é excelente, mesmo se alguém não aceita a mensagem que ela transmite, com o próprio artista colocando-se como um dos que crucificou a Jesus Cristo. O Peregrino de Bunyan é em si mesmo excelente peça de ficção, razão pela qual é estuado como um clássico da literatura ocidental (não dentro de uma categoria especial de "ficção cristã") nas aulas seculares. A música de igreja de Vivaldi, Bach, e Händel é mais famosa em muitos teatros de concertos do que na maioria das igrejas de hoje — não por seus temas religiosos, mas pela riqueza da música. Não é errado um escritor tentar convencer seus leitores de seu ponto de vista, como na Cabana de Pai Tomás de Harriet Beecher Stowe. O escritor judeu Chaim Potok escreve o que poderia ser chamado de "ficção religiosa", mas apresenta o mundo do judaísmo "com as verrugas e tudo o mais", dando ao leitor a impressão de sua riqueza e variedade, do bem e do mal.

Se vamos escrever literatura "cristã" e criar obras de arte e música distintamente "cristãs", deverá ser feito de modo tão plenamente persuasivo intelectualmente e artisticamente que os que não são cristãos serão impressionados por sua integridade — mesmo que eles discordem. Não muito tempo atrás, pedi a um músico não cristão de alto gabarito, que escutasse e julgasse uma peça de "música de louvor". Sem saber a minha própria posição, ele tentou com o maior tato possível expressar que não gostou. Isso devia atrair os não crentes, mas até mesmo seu estilo (que consideramos contemporâneo e relevante) é superficial e vazio na sua imitação da música popular. Outro amigo não crente compara esse estilo às bandas estrangeiras que tentam fazer sucesso imitando o estilo americano de música popular. Quase sempre soa sem graça.

[...]

         

Fonte: Extraído do excelente livro "O Cristão e a Cultura" (páginas 87-90), de Michael Horton, publicado pela Cultura Cristã. Clique aqui para comprar: (http://www.amx.com.br/_model1/produto.asp?produto=001CEP.1.011&emp=cep&cor=cor14&bg1=) .

Este artigo é parte integrante do portal http://www.monergismo.com/.

16 março 2010

Autores e livros

Acabo de ler mais uma ficção evangélica e me alegro em ver que há pessoas que acreditam nesse gênero, por mais que ainda seja fora de moda na vida cristã. Uma prova disso alguns novos (outros nem tanto) que estão escrevendo e mostrando seu trabalho na internet.

Um deles é o amigo John Chelh, que publicou o livro, através de sua SETESEVEN editora "A ORDEM É AMÉM", Livro de 223 páginas, de leitura fácil e envolvente. No enredo conhecemos Joseph Sulivam, um antigo corretor de imóveis que encontra na igreja a saída para seus problemas financeiros, e nessa nova trajetória, se torna pastor de mais uma igreja evangélica. Depara com situações que o levam a caminhos contrários da verdade, enganando os fiéis, e aumentando o seu patrimônio pessoal, mas Deus tem planos para reverter essa situação. A editora também já está para lançar outro livro do mesmo autor, "O CIENTISTA, O TEÓLOGO E A MÁQUINA DO TEMPO", sendo mais uma opção para quem gosta de romance.

Outra grata surpresa é Tania Gonzales, que pegou carona na sensação da série "Crepúsculo" e escreveu o romance "EDWARD CULLEN NÃO EXISTE! PRÍNCIPES EXISTEM!", que está disponível em e-book na internet, trazendo uma visão cristã sobre relacionamento. A autora já publicou também "Suzana, Letícia, Paula e Lúcia- Uma História de Dor, Amor e Perdão", pela editora Clube de Autores.

Para quem gosta de um suspense, OS JOVENS QUE SABIAM DEMAIS - Série Arquivo 7, de M. R. S. JÚNIOR, é uma boa pedida. Trata-se da história de um grupo de jovens que descobrem algumas pistas do tempo através dos números da Bíblia.

É importante salientar que existem outros autores que escrevem ficção cristã, mas não são conhecidos ou não se fazem conhecer. Há pessoas que preferem ficar no anonimato, apenas escrevendo como pseudônimo e edificando vidas. Glória a Deus por isso! Mas bom seria se houvesse uma rede de autores de ficção cristã e de leitores vorazes desse gênero maravilhoso.
Estive pensando em montar essa rede que incluiria publicação, troca de textos, livros e afins. Montei um forum, mas está meio que parado; pensei em um grupo no Yahoo ou coisa parecida. Mas "uma andorinha só não faz verão".

Gostaria de contar com sujestões, comentários ou qualquer coisa que fizesse o "trem" andar.

Parabéns aos escritores e abraço a todos.

Naasom A. Sousa

Leituras recentes

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites