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23 julho 2010

E-BOOK: As Crônicas de Nárnia Vol. 7: A Última Batalha.

A Última Batalha



SINOPSE:
A Última Batalha (em inglês: The Last Battle), concluída durante a primavera de 1953 e publicada durante 1956, é o último romance a ser publicado, e também o último em ordem cronológica. Depois que a Calormânia, juntamente como seu líder Tash, invadem Nárnia, ocorre uma grande e violenta guerra. Aslam, então, decreta o fim de Nárnia, fazendo as estrelas descerem do céu, o sol se apagar, e inundando todo o resto. Todos os humanos e criaturas boas e fiéis à Aslam, vão para o paraíso conhecido como País de Aslam; lá, todos os "amigos de Nárnia" (os Pevensie, Caspian X, Eustáquio, Jill, Digory, Polly) se encontram, exceto Susana Pevensie, que havia "esquecido-se" de Nárnia por causa das coisas materialistas.

Para baixar A Última Batalha, de C. S. Lewis [CLIQUE AQUI]

E-BOOK: As Crônicas de Nárnia Vol. 6: A Cadeira de Prata.

A Cadeira de Prata


SINOPSE:
A Cadeira de Prata, ou O Trono de Prata (em inglês: The Silver Chair), concluído por Lewis durante a primavera de 1951 e publicado em 1953, é o quarto livro da série em ordem de publicação, o sexto em ordem cronológica, e o primeiro em que os irmãos Pevensie não aparecem. Nesta fantástica aventura, apenas Eustáquio Mísero e sua amiga de escola, Jill Pole, vão à Nárnia; estando lá, eles devem encontrar o Príncipe Rilian, o filho desaparecido do rei Caspian X  (agora, uma pessoa idosa à beira da morte). Com os conselhos de Aslam, Eustáquio e Jill devem percorrer Nárnia em busca de Rilian, e acabam por descobrir que o príncipe foi sequestrado e hipnotizado pela Feiticeira Verde, que planeja, através do próprio Rilian, tomar Nárnia.

Para baixar A Cadeira de Prata, de C. S. Lewis [CLIQUE AQUI]

E-BOOK: As Crônicas de Nárnia Vol. 5: A viagem do peregrino da alvorada.

A viagem do peregrino

SINOPSE:
A Viagem do Peregrino da Alvorada ou A Viagem do Caminheiro da Alvorada (em inglês: The Voyage of the Dawn Treader), concluído durante o inverno de 1950 e publicado em 1952, é o terceiro livro da série a ser publicado; porém, o quinto em ordem cronológica. Neste romance, apenas Edmundo e Lúcia Pevensie retornam à Nárnia, além do seu incômodo e emburrado primo Eustáquio Mísero. Juntos de Caspian X  (que já era o rei de Nárnia) e do rato Ripchip, eles viajam à bordo do navio Peregrino da Alvorada, pois devem encontrar os sete fidalgos banidos por Miraz. Eles enfrentarão diversos perigos e aventuras em inúmeras ilhas, e como sempre, contarão com a ajuda de Aslam.

Para baixar A viagem do peregrino da alvorada, de C. S. Lewis [CLIQUE AQUI]

21 julho 2010

DICA: O Doador De Sonhos

O doador de sonhos

Descrição:

Todos possuem um sonho.
Você está vivendo o seu... ou apenas a sua vida?

Depois do sucesso de A Oração de Jabez e Segredos da Vinha, Bruce Wilkinson volta a encantar o público com mais um livro inspirativo e motivador. Desta vez, o pastor e escritor se vale da fascinante tradição narrativa de Lewis, Tolkien e Bunyan para apresentar uma parábola original, cujo personagem principal, comum – uma pessoa como qualquer outra -, coloca todas as forças numa jornada emocionante em busca da realização de seu grande sonho.
O doador de sonhos é o motivador desta aventura. É dele a iniciativa de despertar em comuns – gente como você, seu vizinho, sua colega de trabalho – o interesse de deixar a conveniência e a acomodação e confrontar os desafios fora dos limites da sua zona de conforto. Bruce Wilkinson acompanha os passos e as lutas do protagonista, que nunca mais é o mesmo ao encontrar seu sonho. Daí o autor tira lições preciosas para a vida, que compartilha com o leitor, ao mesmo tempo que o desafia: que tal começar a viver seu sonho agora mesmo?

Um convite irrecusável
A vida não foi feita para ser incompreensível.

Deveríamos ser capazes de reconhecer as impressões digitais de Deus em nossas vidas. Se não conseguimos, cabe-nos cooperar com o que Deus está fazendo, tanto em nossos corações quanto em nosso mundo. Deus deu a todos um grande sonho. Espero que este livro convença você a perseguir este sonho com toda a garra.
Tenho encontrado pessoas ao redor do mundo que me contam histórias extraordinárias, ou mesmo miraculosas, cujas vidas foram transformadas por aquilo que aprenderam.
Este livro pode encorajar você a dar o próximo passo rumo à realização do seu sonho.
Dedique-se ao sonho de Deus para você. E que o céu possa descrevê-lo como uma daquelas raras pessoas que vivem para realizar grandes coisas para a glória de Deus.

Bruce Wilkinson
160 páginas
14X21 cm
ISBN: 8576070510
Acabamento: Brochura

Para comprar vá ao site [http://www.viverpontocom.com.br/] e pesquise sobre o livro.

20 julho 2010

Resenha: o Refúgio (Série O Agente Vol. 3)

"Após a terceira guerra mundial, um governo internacional aflora, decretando o fim de todas as religiões. Cristãos sufocados pelas restrições impostas organizam-se em movimentos clandestinos. A ação extraordinária de Deus traz novo ânimo aos fiéis, ao mesmo tempo em que a repressão recrudesce a níveis jamais experimentados. Descoberto como agente duplo, Paul Stepola e sua família fogem, por se tornarem alvos prioritários da agência para a qual trabalhava.

 

A repercussão da severa punição imposta por Deus estremece os pilares do governo central, provocando intensa luta nos bastidores; nem mesmo a população não-cristã está certa se as religiões devem permanecer banidas

 

A linha dura da repressão não aceita ceder. Por quanto tempo Paul e sua família resistirão aos bombardeios? Quem prevalecerá? Será o fim? A série O agente chega a seu momento decisivo com o lançamento de O Refúgio uma ficção futurista de tirar o fôlego e que o fará repensar o presente."

 

Creio que nunca tinha lido um livro de quase 300 páginas em tão pouco tempo. Foi como um foguete que passei pelos capítulos de O Refúgio, o terceiro livro da série O Agente (primeira série que leio). Quase não dava tempo para pensar no que estava lendo pois a ação é continua.

 

Para ler o texto na íntegra clique aqui.



Para aqueles que não têm condição financeira de adquirir uma cópia impressa desse livro, baixem aqui. Mas se você pode comprar, por favor, colabore com o trabalho do autor e adquira um exemplar.


CONTO: O Sábio

http://poesiadiaria.files.wordpress.com/2009/04/news_6715.jpg

A cidade era minúscula, como tantas outras nos estados sulistas da América do Norte. O auto-carro que cruzava a região, a maioria das vezes nem parava. Mas nesse dia, para surpresa dos cerca de 500 habitantes locais, descera um estranho e se dirigiu à pensão da Betty Sue.

Bem, aquele era o único local na cidade onde se podia alugar um quarto, comer uma refeição e beber uma cerveja fresca. Betty Sue era o centro nervoso da cidadezinha. Todas as fofocas passavam por lá e para se estar em dia com o mexerico era obrigatório dar uma paradinha lá, pelo menos dia sim, dia não.

O cavalheiro que descera do auto-carro estava munido de uma só mala. Bastante apresentável o tipo. De terno cinzento-escuro, camisa branca, impecavelmente engomada e uma gravata com desenhos modernos, difíceis de decifrar, mas que ficava bem no conjunto. Rosto comprido e sério, a testa alta, o cabelo recuado, cortado à escovinha, os olhos grandes de um azul profundo, a boca larga, lábios estreitos e orelhas meio de abano com o nariz razoavelmente grande.

Parecia preparado para ficar uns dias, pois pagou previamente pela semana. Betty Sue, que fora quem o viu de mais perto, assegurou que era muito sério e de poucas falas. O nome não dizia nada de novo: Nick Thompson. Mas, no fim da tarde, já o estranho era o motivo principal das conversas e todos lutavam para acrescentar mais pormenores sobre o indivíduo. Havia que se apressar, pois quem mais tirasse dele mais teria proeminência na cidade nos dias subsequentes.

O dia seguinte foi de grande agitação na cidade. É claro que alguém que não conhecesse o local nem daria por isso. Só os da terra podiam ver a procura febril de novos dados sobre o Sr. Thompson.

O homem levantou-se cedo. Pediu um café puro, uma torrada e nada mais. Passou no barbeiro para fazer a barba e além da saudação e alguns monossílabos nada mais dissera. Comprou um jornal do dia anterior na banca, engraxou os sapatos com o Tony e se retirou para o quarto até o almoço. Foi aí que Betty Sue tentou sua sorte.

- O Sr. Thompson pretende se demorar por estas bandas? (perguntou com um sorriso franco do seu rosto bolachudo e sempre exageradamente maquiado).

- Talvez (fora a resposta lacónica).

- Vem de longe?

- Um pouco.

- A negócios?

- Certamente.

- Muito dinheiro envolvido?

- É possível…

E assim prosseguiu a conversa. A mulher tentando tirar e o homem sem largar nada. Ficara quase na mesma. Tudo que lhe perguntava ele concordava de um modo pouco convicto, o que a deixou um tanto contrariada e confusa. O que poderia relatar às comadres no fim do dia? Estavam mortas por saber mais do desconhecido e ele ali armado com uma couraça de indiferença perante a curiosidade quase mórbida da pequena cidade.

E não é que fora o Smith da tabacaria que conseguiu a nota mais saliente do dia? Ao vender um maço de cigarro ao Sr. Thompson lhe inquiriu sobre a visita àquela cidade. Porque ali, um local tão pequeno?

- Gosto muito de sossego (foi a resposta).

Todos gostaram daquela palavra. Era sem dúvida um atestado de bom senso e levantou a ideia de que o homem poderia querer se instalar ali mesmo. Afinal, dinheiro era o que parecia não lhe faltar. A Betty Sue lhe vira a carteira cheia, fora os cartões de crédito, e garantia a quem quisesse ouvir, e todos queriam, que o Sr. Nick devia ser um desses milionários excêntricos.

Os dias foram se passando lentamente para o povo da cidade e pouco se acrescentava sobre o mistério do visitante. Vestia sempre bem, apesar de variar muito pouco. Andava muito limpo. Fora visto colhendo plantas locais e terra. Iniciara um jardim no parapeito da janela do seu quarto e respondia com expressões guturais ou monossílabos.

No salão de barbearia se discutia sobre ele a todo o vapor:

- Deve ser podre de rico (referia Tony o engraxate). De outra forma não viria gastar dinheiro num local tão afastado e perdido no mapa.

- Escolheu muito bem, se quer saber a minha opinião (interpôs o prefeito Jackson, meio magoado com a desconsideração do Tony).

- Pode ser um fugitivo da lei (tentou o Barnaby aposentado das linhas de ferro).

- Não tem cara disso (resistiu MacSurrey o barbeiro). Ele é muito calmo para quem está fugindo e já está aqui há mais de uma semana! Um fugitivo não fica tanto tempo em lugar nenhum.

- Pois eu acho que é um escritor, um sábio de alguma espécie! (opinou Larry, um caminhoneiro meio desempregado) Deve estar fazendo pesquisa para um novo livro ou lá como o chamam.

- Bem pensado! (reagiu o prefeito) Lá cara de entendido ele tem! Olha para as coisas sempre com um ar de quem conhece bem. Ouve os assuntos com atenção e apesar de não dar opiniões vê-se perfeitamente que está por dentro de tudo. Eu não me admiraria se fosse professor universitário ou até coisa maior.

- Mas porque é que não fala? (estranhou Tony) Parece até que o gato lhe comeu a língua!

- E lá é preciso falar para se ser alguém? (retorquiu MacSurrey irritado). Lembro-me bem do que meu avô contava de um grande génio que conheceu e que quase não falava. Estava sempre tão absorto em pensamentos superiores que as conversas do dia-a-dia o distraíam e não se dava a bater papo nas esquinas. Pode ser esse o caso.

- Exactamente! (concordou Larry sacudindo com uma risada seu enorme corpo de mais de 2 metros e 130 quilos) Até tem graça, um crânio desses aqui na nossa cidade! Ainda vai tornar famosa a nossa região, descobrindo alguma coisa importante por aqui.

- Seria boa ideia (opinou Jackson com os olhos brilhando). Podia ser que implementasse o turismo. Podíamos ter um hotel ou dois, e quem sabe um drive-in, para dar mais animação à cidade.

- Sim, Porque a Betty Sue já deu o que tinha a dar (comentou o Tony rindo ao que todos gargalharam com gosto).

E de facto, no café-restaurante-pensão, outro grupo, este de mulheres, também conversava sobre o desconhecido enquanto tomavam xícaras de chá e biscoitos de chocolate.

- Tem um ar tão distinto (dizia a Mary Lou). Acho que é mesmo um dos homens mais charmosos que já conheci! Me lembra artista de cinema...

- Poderia ser (riu de excitação a Conchita que estava ali desde que viera do México). Pode bem-estar descansando da cidade grande e se escondendo da fama e dos jornalistas. Li numa revista que há muitos atores que fazem isso.

- Já pensou que emocionante? (sorriu a Sra. Jackson) Isso pode trazer fama à nossa terra, turistas, quem sabe?

- Não parece ator (comentou a Betty Sue, que para todos os efeitos era a maior entendida na matéria, pois hospedava o homem). Parece mais um estudioso ou professor de alguma coisa.

- Sim (retrucou Samantha) tem mesmo cara de doutor! Aquela testa não engana ninguém!

- Olha que se calhar não era mal partido hein? (tentou a Sra. Jackson rindo para Samantha, que era a solteira mais cobiçada da cidade).

- Lá dinheiro tem de sobra! (disse Betty Sue) Isso eu posso garantir!

- E é bem mais bonito que o Perkins (riu Mary Lou lembrando um pretendente de Samantha).

- Mas, falando sério (procurava acalmar os ânimos a visada nas brincadeiras) que o homem tem cara de sábio lá isso tem e ninguém pode negar.

A partir desse dia então, Nick Thompson, passou a ter a fama, merecida ou não, de sábio de grande valor. E tudo que fizesse ou dissesse era interpretado à luz dessa opinião. Se ele pegava uma pena de pássaro que caíra estava estudando aerodinâmica. Se demorava-se a ver o por do sol, estaria compondo poesias imortais. Se respondia por monossílabas era para não gastar seus preciosos neurónios com conversas tolas e se vestia sempre a mesma cor de roupa era porque isso certamente teria um efeito positivo na saúde e bem-estar das pessoas. Até houve quem notasse que o prefeito estava repetindo mais vezes o seu terno azul-marinho...

Certa ocasião enquanto os homens estavam reunidos a tomar cerveja o Sr. Nick entrou e saudou a todos cordialmente. Ofereceram-lhe cerveja e o homem aceitou de bom grado, pois estava quente e uma geladinha ia bem. Discutia-se a supremacia do transporte aéreo sobre o marítimo. Havia, como sempre, dois partidos. Uns defendiam os aviões, outros os navios. A conversa estava acalorada. Havia que aproveitar o fim da tarde em discussão, já que mais nada havia a fazer na cidade, senão esperar pelo jornal da noite na televisão e isso ainda ia demorar ainda um bom tempo.

Depois de muitos argumentos pró aéreos e pró marítimos houve um que teve a ideia de questionar o ilustre visitante, que segundo o conceito geral era um sábio. O arguido olhou para os presentes com ar distraído, levantou as sobrancelhas por alguns segundos e baixando-as de seguida abriu um sorriso suave e encantador e com um leve dar de ombros abanou a cabeça como que reiterando o óbvio.

Aquele gesto foi seguido de perto por todos e por incrível que pareça terminou a discussão. A todos parecera que o génio visitante rematara a polémica como ninguém e o gesto foi descrito exaustivamente sobre as mesas de jantar das várias casas locais. É claro que cada lado da disputa reclamava o referido gesto como sendo a afirmação cabal de sua vitória no conceito do sábio. Mas a verdade é que todos concordavam com a profunda astúcia e tremenda sabedoria do indivíduo.

Ainda não completara um mês que o Sr. Nick estava na cidade e o prefeito já o convidara a ser sócio de um negócio importante, o xerife lhe encomendara dois discursos sobre segurança pública no centro cívico e a senhorita Samantha Brown se preparava para acabar com seus dias de solteira, no que seria o grande casamento da década.

Porém, misteriosa e quase furtivamente como chegara, o estranho se foi. Não chegou a se despedir de ninguém. Não terminou de usar os dias pelos quais pagara a pensão da Betty Sue. Simplesmente saiu de mala na mão e fora dos limites da cidade pegou carona, desaparecendo das vidas de todos sem deixar rastro.

Iniciava-se a lenda, o mito. Tinham sido visitados por um génio por algum tempo e alguns mais espiritualistas até falavam de anjo ou outro ser se uma realidade desconhecida. Houve inclusive quem sugerisse trazer a televisão para fazer uma reportagem, pois jurava que o tal Nick era, na verdade, um extraterrestre que viera investigá-los. Fosse como fosse, tinham sido dias de excitação na cidadezinha.

Passaram-se algumas semanas e um carro com chapa de outro estado e símbolo oficial parou à frente da pensão de Betty Sue. Era um sábado de manhã, perto da hora do almoço e o local estava abarrotado, como de costume. Os dois homens que desceram pareciam de alguma instituição estatal e o carro trazia um emblema na porta. Alguma coisa sobre Saúde Pública. Entraram, pediram café e sanduíches e ficaram conversando um pouco.

Quando a dona da pensão trouxe os pedidos lhe mostraram uma fotografia. Era do Nick! Betty Sue gelou! Conhecia ela o homem? Ela fez sinal que não. Todos os presentes estavam em suspense, acompanhando a situação.

- É algum criminoso? (perguntou ela temerosa)

- Não! (afirmou o homem rindo) Nick não faria mal a uma borboleta! É apenas maluco! Completamente louco! Fugiu do Sanatório de Memphis há dois meses e tivemos uma denúncia que teria vindo para estes lados. É que levou todo o dinheiro da recepção... Ainda era uma boa quantia!

Betty Sue deu um sorriso amarelo e voltou-se. Todos os cidadãos presentes a olhavam. Podia-se ver em seus olhos o espanto e a quase incredulidade.

A verdade é que nunca mais ninguém falou de Nick Thompson naquelas paragens.


Baseado em Provérbios 17:28
" Até o tolo quando se cala será reputado por sábio; e o que cerrar os seus lábios por entendido."



PR. JOED VENTURINI
http://joedblogosfera.blogspot.com/2010/04/conto-o-sabio.html

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